Gestão de grandes patrimônios no Centro-Oeste amplia papel do assessor de investimentos
Profissional se tornou peça-chave na educação e planejamento financeiro do brasileiro
O crescimento do mercado de capitais no Brasil tem ampliado o papel do assessor de investimentos na gestão de grandes patrimônios, especialmente em regiões com elevada renda média e forte presença de executivos e empresários, como o Distrito Federal. Mais do que indicar aplicações, esses profissionais passaram a atuar como coordenadores estratégicos da organização patrimonial de famílias e empresários.
Em Brasília, o crescimento da gestão patrimonial acompanha a expansão do mercado de capitais no país e a crescente sofisticação do investidor local. Dados da B3 mostram que o Distrito Federal reúne cerca de 148 mil investidores em renda variável em 2025, consolidando a capital federal como um dos pólos relevantes de investidores fora do eixo tradicional do Sudeste.
Além da base de investidores, o volume de recursos também é significativo. Ainda segundo dados da B3, investidores sediados no DF mantêm aproximadamente R$ 16,8 bilhões aplicados em renda variável, o equivalente a 2,65% do total nacional deste tipo de ativo.
Para especialistas do setor, esse cenário aumenta a demanda por planejamento patrimonial estruturado. “Quando falamos de grandes patrimônios, a gestão vai muito além da carteira de investimentos. É preciso integrar planejamento sucessório, estrutura tributária, acesso a crédito e governança familiar”, afirma Marco Loureiro, sócio e líder da XP na região Centro-Oeste.
Segundo ele, o assessor de investimentos tem assumido um papel cada vez mais próximo ao de um “Diretor Financeiro da família”. “O assessor de investimentos não atua apenas na seleção de produtos financeiros, mas na construção de uma estratégia patrimonial de longo prazo. É um profissional que ajuda o cliente a organizar objetivos, estruturar a carteira, integrar especialistas de diferentes áreas e tomar decisões financeiras com mais segurança e visão de futuro.”
Além disso, Marco ressalta a confiança e relacionamento de longo prazo. “Na gestão de grandes patrimônios, confiança e processo são fundamentais. O investidor precisa de um parceiro que acompanhe suas decisões ao longo do tempo, entenda as mudanças na vida da família ou da empresa e ajude a adaptar a estratégia patrimonial. Esse acompanhamento próximo é o que transforma o relacionamento com o assessor em uma parceria de longo prazo.”
Em cidades como Brasília, onde carreiras no setor público e privado frequentemente resultam em patrimônio relevante ao longo das décadas, cresce a busca por atendimento personalizado, processos estruturados de governança e acompanhamento de longo prazo. Nesse modelo, a excelência no relacionamento e a confiança institucional passam a ser elementos centrais para a gestão patrimonial.
Redação DF In Foco NEWS
Fonte: Assessoria de Imprensa – It Comunicação
Por Ana Paula Marques
Foto: Marco Loureiro/Divulgação

