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O jornalismo se despede de Érika Leal

O jornalismo perde uma profissional cuja dedicação, compromisso e sensibilidade marcaram todos que tiveram a oportunidade de acompanhar seu trabalho. Érika Leal, tinha 47 anos, desde 2019 integrava o time de repórteres da Record Brasília, e construiu uma trajetória pautada pela ética, pelo respeito à informação e pelo compromisso com a sociedade.

A repórter estava em coma desde o dia 30 de maio, no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), em Brasília, após sofrer um acidente doméstico.

Ao longo de sua carreira, deixou sua marca por meio de reportagens, entrevistas e histórias que deram voz às pessoas e ajudaram a informar a comunidade. Sua paixão pela comunicação e sua forma humana de exercer a profissão conquistaram colegas, fontes e espectadores.

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika Leal era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, da Inglaterra. Ela trabalhou na Band, de também, no Jornal de Brasília.

Neste momento de despedida, permanecem as lembranças de sua competência, de seu profissionalismo e do legado que deixa para o jornalismo. Sua contribuição continuará inspirando aqueles que acreditam no poder da informação responsável e no papel transformador da comunicação.

A jornalista deixa duas filhas, Jaqueline, de 19 anos, e Jéssica, de 17 anos.

Aos familiares, amigos e colegas de profissão, ficam os mais sinceros sentimentos de solidariedade. Que a memória de Érika Leal permaneça viva por meio de sua história, de seu trabalho e das vidas que tocou ao longo de sua jornada.

Da Redação

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