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Índices de empresas dos setores financeiro e bancário lideram valorização da renda variável da B3 no terceiro trimestre

Índice Financeiro B3 e Índice B3 Bancos tiveram alta de dois dígitos entre julho e setembro deste ano; índices de carbono eficiente e ligados ao agronegócio completam as primeiras colocações

Os índices de renda variável da B3, a bolsa do Brasil, ligados a empresas do setor financeiro lideraram a valorização do mercado no terceiro trimestre de 2026.

O Índice Financeiro (IFNC B3) registrou alta de 12,19% entre julho e setembro, seguido pelo Índice B3 Bancos, que avançou 10,85%. Na terceira posição ficou o Índice Carbono Eficiente (ICO2 B3), com valorização de 10,72%. Na sequência, aparecem o Índice Futuro de Boi Gordo B3 (IFBOI B3), com alta de 10,01%, e o Índice Agronegócio B3 (IAGRO B3), que avançou 9,46%.

“Os índices permitem acompanhar o desempenho de diferentes segmentos da economia e teses de investimento no mercado acionário, oferecendo referências para analisar movimentos específicos da bolsa. No terceiro trimestre, a liderança dos indicadores ligados a empresas dos setores financeiro e bancário, ao lado do desempenho de índices relacionados à sustentabilidade e ao agronegócio, evidencia a diversidade de exposições que o mercado de renda variável oferece”, afirma Hênio Scheidt, gerente de produtos da B3.

Em sexto lugar, o Índice Bovespa B3 Estatais (Ibov B3 Estatais) registrou valorização de 9,09%, seguido pelo Índice Brasil 50 (IBrX 50 B3), com 8,84% na sétima colocação. Completam o top 10 o Índice MidLarge Cap (MLCX B3), com alta de 8,78%; o Índice de Ações com Tag Along Diferenciado (ITAG B3), com 8,67%; e o Índice Bovespa Smart High Beta B3 (Ibov Smart High Beta B3), com valorização de 8,64%.

Embora não integre o Top 10, o Ibovespa B3, principal referência do mercado de ações brasileiro, também registrou resultado positivo no trimestre, com alta de 8,32%.

Referência para ETFs

Os índices da B3 servem como referência para ETFs (Exchange Traded Funds), fundos negociados em bolsa que buscam replicar o desempenho de uma carteira específica de ativos. Na prática, ao aplicar em um ETF, o investidor adquire uma cesta diversificada de ativos em uma única aplicação, sem precisar comprar individualmente cada ação ou título que compõe o índice.

O Ibovespa e o IBrX 50, por exemplo, possuem ETFs que reproduzem suas carteiras e estão entre os produtos mais utilizados por investidores que buscam exposição ampla ao mercado acionário brasileiro. Também existem ETFs atrelados a índices setoriais e de renda fixa, ampliando as possibilidades de diversificação com custos geralmente inferiores aos de fundos de gestão ativa.

À medida que novos índices ganham relevância e despertam interesse dos investidores, eles podem servir de base para o lançamento de novos produtos, ampliando para todos os investidores, inclusive as pessoas físicas, o acesso a estratégias antes restritas a investidores institucionais.

Confira abaixo o ranking dos dez índices de renda variável da B3 que mais valorizaram no terceiro trimestre de 2026, com a indicação daqueles que possuem ETFs:

Posição Índice O que mede? Valorização no 3º trimestre ETF correspondente
1º IFNC Desempenho das ações dos setores de intermediários financeiros, serviços financeiros diversos, previdência e seguros. 12,19% FIND11
2º BNCO Desempenho do segmento denominado banco. 10,85% BNKS11
3º ICO2 B3 Avalia o compromisso das empresas com a redução de emissões de gases de efeito estufa e a transição para uma economia de baixo carbono. 10,72% ECOO11
4º IFBOI Retorno de uma carteira teórica de contratos futuros de Boi Gordo, considerando a variação dos preços e a rolagem dos contratos. 10,01% BBOI11
5º IAGRO B3 Desempenho médio das ações de companhias listadas na B3 classificadas como Agronegócio. 9,46% AGRI11
6º IBEE Desempenho médio dos ativos de maior negociabilidade, representatividade e que possuem natureza de controle acionário estatal. 9,09% SPUB11
7º IBrX 50 Desempenho médio das cotações dos 50 ativos de maior negociabilidade e representatividade do mercado de ações brasileiro. 8,84% PIBB11
8º MLCX Desempenho médio das cotações dos ativos de uma carteira composta pelas empresas de maior capitalização 8,78% –
9º ITAG Desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas que ofereçam melhores condições aos acionistas minoritários, no caso de alienação do controle. 8,67% –
10º IBHB Desempenho de ações com maior sensibilidade às variações do mercado, considerando o beta individual de cada ativo. 8,64% HIGH11
Fonte: B3

Para saber mais sobre a valorização de todos os índices da bolsa do Brasil, acesse o site da B3.

Sobre a B3

A B3 S.A. (B3SA3) é muito mais do que a bolsa do Brasil. É uma das principais infraestruturas de mercado financeiro do mundo, que potencializa o crescimento de seus clientes, da sociedade e do Brasil, conectando empresas, investidores, instituições financeiras e órgãos do mercado.

A B3 oferece a robustez e a experiência de uma empresa de mais de 130 anos, com a modernidade e a vanguarda em soluções para ambientes de bolsa, balcão, dados e tecnologia, contribuindo de forma vasta e ampla para o sistema financeiro sustentável da economia brasileira.

B3. Muito mais que a bolsa do Brasil.

Fonte: Assessoria de Imprensa B3

 

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